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Romeiros e Família Franciscana do Brasil celebram o Trânsito de São Francisco
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O último dia de novena foi marcado pela celebração do Trânsito de São Francisco. Para o pobre de Assis, a morte não era o fim, mas a porta para a vida eterna. Quando a multidão que vinha em procissão com o Painel chegou a Praça dos Romeiros já não tinha local para sentar, pois já se encontrava um grande número de devotos e romeiros vindos especialmente do Maranhão e Piauí.

A celebração começou com a acolhida da Família Franciscana, enquanto os romeiros motivados por Frei Jonaldo acenderam as velas e lanternas de celulares para iniciar a celebração, tudo isso ao canto da música “Onipotente” de Zé Vicente, entoada pelo grupo Homens de Boa Vontade.

A Homilia da noite foi feita pelo Ministro Provincial Frei Amilton dos Santos, OFM. Em suas palavras mostrou o quando para São Francisco a morte era especial. “A morte para São Francisco não era o fim, era irmã”, frisou o frade.






Após a reflexão, a sequência, textos e cânticos apropriados da celebração jovens encenaram os últimos instantes de São Francisco. Dança e músicas também fizeram parte da encenação que deixou a praça comovida.

Para finalizar o momento celebrativo, Frei Jonaldo soltou muitos “Vivas” enquanto acontecia a queima de fogos e se entoava a canção “Francisco evangelizador”. No final os Frades deram a benção, Frei Marconi Lins lembrou o dia dos Professores e pediu as bênçãos para todos os romeiros e peregrinos que não puderam participar dos festejos desse ano.

Ao final da novena como de costume da nossa equipe de reportagem conversou com o pregador da noite.



Roberta Pontes também conversou com o guardião do Convento Santo Antônio e Vigário Provincial Frei Sérgio Moura, OFM.



Colaborador: João Pedro Martins

Fotógrafo a serviço do Santuário de São Francisco das Chagas.

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